O sol está presente no nosso dia a dia e, sem dúvida, traz sensações de bem-estar, momentos de lazer e até benefícios para a saúde. No entanto, ele também é o principal responsável pelos casos de câncer de pele, o tipo de câncer mais frequente no Brasil.
Diferente do que muitas pessoas imaginam, o maior risco não está apenas nas queimaduras intensas durante férias, praia ou piscina. A exposição solar repetida e acumulativa ao longo dos anos, ao caminhar na rua, dirigir, praticar atividades ao ar livre ou trabalhar sob o sol, provoca uma soma silenciosa de radiação ultravioleta. Esse dano contínuo às células da pele pode, com o tempo, favorecer o surgimento de lesões pré-malignas e malignas.
A boa notícia é que a prevenção é simples, acessível e extremamente eficaz. O uso diário de protetor solar, inclusive em dias nublados, reduz de forma significativa o risco de câncer de pele. Medidas complementares como o uso de chapéus, óculos escuros, roupas com proteção adequada e a preferência por horários com menor incidência solar, antes das 10h e após as 16h, fortalecem ainda mais essa proteção.
Outro ponto fundamental é a observação da própria pele. Pintas que mudam de cor, tamanho ou formato, feridas que não cicatrizam e manchas diferentes devem ser avaliadas por um médico dermatologista o quanto antes. O diagnóstico precoce aumenta consideravelmente as chances de tratamento eficaz.
Proteger-se do sol não é exagero nem vaidade. É uma atitude básica de saúde, autocuidado e responsabilidade com o próprio corpo. Um hábito simples, quando adotado diariamente, pode fazer toda a diferença, e, literalmente, salvar vidas!
Instagram: @dr.luizriscaroli





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