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CEPDOR completa 3 anos com 4,5 mil novos pacientes, inovação e referência no tratamento da dor crônica

 



Com equipe multidisciplinar, medicina intervencionista, medicina regenerativa e tecnologias de neuromodulação, o Centro Paraibano de Dor consolida sua atuação em Campina Grande e amplia as possibilidades de tratamento para pacientes com dor crônica.

Há três anos, nascia o Centro Paraibano de Dor (CEPDOR), em Campina Grande (PB), com um propósito que permanece no DNA da instituição: compreender a dor em todas as suas dimensões e oferecer possibilidades reais de tratamento para quem convive com o sofrimento crônico.

Desde o início, a proposta foi ir além da consulta médica tradicional. Com uma abordagem multidisciplinar, o centro integra médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e diferentes estratégias terapêuticas, buscando não apenas aliviar a dor, mas também recuperar a funcionalidade, a autonomia e a qualidade de vida dos pacientes.

Números que representam histórias

Ao completar três anos de atuação, o CEPDOR apresenta um balanço expressivo. São aproximadamente 1.500 novos pacientes atendidos por ano, totalizando cerca de 4.500 novos pacientes ao longo desse período.

Por trás desses números estão pessoas que chegam à instituição com dores, limitações, expectativas e, muitas vezes, após uma longa jornada em busca de respostas e tratamentos eficazes.

A estrutura assistencial do centro também se destaca pela diversidade de abordagens terapêuticas. Em média, são realizados:

  • 3 procedimentos intervencionistas por semana em centro cirúrgico, destinados a condições dolorosas que exigem abordagens especializadas;
  • 5 procedimentos minimamente invasivos por semana nas instalações do próprio centro;
  • 2 procedimentos semanais de medicina regenerativa, conforme indicação clínica;
  • 2 sessões semanais de terapia por ondas de choque, voltadas a diferentes condições musculoesqueléticas;
  • 3 sessões semanais de laser de alta potência, como estratégia complementar no controle da dor e na reabilitação.

Na área da neuromodulação, uma das frentes de inovação da instituição, o CEPDOR alcançou aproximadamente 1.000 aplicações até janeiro, ampliando suas possibilidades terapêuticas não invasivas voltadas à modulação dos circuitos envolvidos na dor e em outras condições clínicas.

A esses números somam-se consultas médicas, sessões de fisioterapia, acompanhamento nutricional e psicológico, além de outros procedimentos e atendimentos complementares que integram a assistência oferecida aos pacientes.

Tecnologia, ciência e cuidado humanizado

O crescimento do CEPDOR representa a consolidação de um modelo de assistência que reúne medicina intervencionista da dor, medicina regenerativa, neuromodulação, reabilitação física e acompanhamento multidisciplinar.

Para o neurocirurgião e médico da dor Dr. Luiz Severo, fundador do centro, os resultados alcançados vão muito além dos números.

“Não contabilizamos apenas procedimentos. Contabilizamos histórias, oportunidades de recomeço e pessoas que voltaram a acreditar que poderiam viver melhor. Cada paciente que chega traz uma história única, e nosso papel é construir possibilidades de tratamento com ciência, tecnologia e humanidade”, destaca.

O reconhecimento dos pacientes também acompanha essa trajetória. Pelo terceiro ano consecutivo, o CEPDOR mantém avaliação de cinco estrelas na plataforma Doctoralia, resultado que simboliza a confiança depositada na equipe e a valorização da experiência assistencial.

Três anos de conquistas e novas possibilidades

O balanço desses três anos não se resume à ampliação dos atendimentos ou à incorporação de novas tecnologias. Representa a construção de uma cultura de cuidado na qual diferentes profissionais trabalham de forma integrada, respeitando a complexidade da dor crônica e as necessidades individuais de cada paciente.

A instituição segue investindo em atualização científica, tecnologias terapêuticas, qualificação profissional e ampliação das possibilidades de acesso a tratamentos especializados.

“O nosso maior patrimônio não são os equipamentos, os procedimentos ou os números. São as pessoas. São os pacientes que confiam em nós e os profissionais que compartilham o propósito de transformar o cuidado com a dor. Crescer, para nós, significa ampliar nossa capacidade de cuidar, sem perder a essência que nos trouxe até aqui”, afirma Severo.

Ao completar três anos, o CEPDOR reafirma seu compromisso com uma assistência que une conhecimento científico, inovação tecnológica e humanização, buscando oferecer novos caminhos para quem convive com a dor crônica.

CEPDOR — 3 anos transformando ciência em cuidado, tecnologia em possibilidades e histórias de dor em novos caminhos de vida.


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About Dr. Elexsandro Araújo

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